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Revista Iberoamericana de Educación

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Convocatoria para o envio de contribuições à monográfico número 69 (setembro-dezembro 2015): “Formação de Gestores Escolares no contexto ibero-americano”
Datas de entrega: junho-julho de 2015

Em um mundo cada vez mais marcado por uma agenda global pela educação, o interesse pela gestão escolar tem crescido significativamente. Dentre os estudos recentes sobre a matéria é oportuno destacar a publicação de um número monográfico da Revista Ibero-americana de educação (nº 67, Jan/Abr. 2015) dedicada aos “Modelos de gestão nas escolas da América ibérica. Desafios e oportunidades”, coordenadopor Márcia Lopes Rei.

O interesse pelos diretores de escola assume caráter estratégico nesse debate, em particular os desafios de sua formação. Se é consensual o entendimento de sua importância, as exigências e modalidades de formação variam segundo especificidades de cada país e realidade. Ainda que de uma maneira geral exista reconhecimento da importância dos diretores na melhoria da educação básica, os caminhos adotados para formá-los são diversos e comportam perspectivas diversificadas.

Vários estudos têm destacado a importância dos diretores na efetivação das reformas educativas desde final do século passado (GARGALLO, 1994), adentrando pelo século XXI (BRASLAVSKY, 2006; PONT, NUSCHE & MOORMAN, 2009). No intervalo das duas últimas décadas transformações significativas ocorreram em relação às expectativas e ao papel desempenhado por esses profissionais. Enquanto no passado a administração escolar restringia-se ao exercício de atividades-meio, com destaque para rotinas de caráter técnico-burocrático; pouco a pouco a liderança sobre as atividades-fim tem passado a orientar o trabalho dos diretores escolares. Volta-se, assim, a atenção para sua “capacidade de condução” na promoção de “aprendizagem de qualidade” (BRASLAVSKY, 2006, p. 91).

A liderança pedagógica dos diretores e das equipes escolares (ALBORNOZ, 2007) tende a ser destacada nesse contexto. Tais mudanças de perspectivas apoiam-se na articulação entre dois fatores: de um lado, no aprofundamento de estudos sobre efetividade escolar que afirmam a liderança desses atores na promoção de uma cultura de aprendizagem; de outro, na emergência de políticas públicas e estratégias com forte ênfase na gestão escolar.

Considerando a agenda internacional no campo educacional iniciada a partir da Conferencia de Educação para Todos em Jontiem, Tailândia (1990) e os compromissos assumidos pelos países ibero-americanos no documento Metas Educativas 2021 – a educação que queremos para a geração dos bicentenários, assim denominado porque entre os anos 2009 e 2021, a grande maioria dos países ibero-americanos comemoram duzentos anos de sua independência. Durante a XVIII Conferência Ibero-americana em 2008 foi decidido que os países haveriam de reforçar a posição da educação nas políticas públicas com os objetivos de melhorar a qualidade e a equidade na educação para fazer frente à pobreza e a desigualdade e favorecer a inclusão social das populações de seus respectivos países, e para isso foram definidas 28 metas. O documento foi aprovado na cúpula dos chefes de Estados e de governo que aconteceu em 2010, em Mar del Plata, Argentina. Nesse período há que se destacar o esforço envidado pelos países ibero-americanos visando alcançar as metas definidas, o que levou a implementação de mecanismos legais visando entre outros aspectos, definir exigências de qualificação, competências e características para a ocupação dos cargos de gestores escolares.

Discutir sobre a formação de gestores escolares implica em investigar as relações estabelecidas entre o ensino superior e a educação básica nos países, considerando que são nas instituições de ensino superior que os profissionais que atuam na educação básica adquirem sua formação inicial, e como mostra a literatura da área, a natureza e qualidade desta formação tem forte impacto sobre o exercício da profissão. Em alguns países, as ações de formação continuada são também assumidas, pelo menos em parte, por iniciativas conjuntas dos governos com as instituições de ensino superior. Em outros contextos, o locus de formação desloca-se para o âmbito escolar, assumindo esta uma feição de troca de experiências e cooperação horizontal inter-pares. Dadas as múltiplas circunstancias de formação no contexto ibero-americano, este número monográfico pretende explorar as seguintes vertentes:

  1. Formação inicial dos gestores escolares
  2. Iniciativas de formação continuada dos gestores escolares
  3. Profissão e carreira dos gestores escolares
  4. Legislação e normativos legais acerca da gestão escolar
  5. Tendências emergentes de aprendizagem cooperativa entre gestores escolares

Sofia Lerche Vieira  & Eloísa Maia Vidal
Coordenadoras do monográfico


Normas para envio de textos estão disponíveis em http://www.rieoei.org/formulario_colaboraciones.php

REFERENCIAS
ALBORNOZ, Carlos Concha. Claves para la formación de directivos de instituciones escolares. REICE - Revista Electrónica Iberoamericana sobre Calidad, Eficacia y Cambio en Educación. 2007, Vol. 5, No. 5e. Disponível em: <http://www.redalyc.org/pdf/551/55121025019.pdf>  
BRASLAVSKY, Cecilia (2006). Diez factores para una educación de calidad para todos en el siglo XXI. REICE - Revista Electrónica Iberoamericana sobre Calidad, Eficacia y Cambio en Educación.  Vol. 4, No. 2e, p. 84-101. Disponível em: <http://www.rinace.net/arts/vol4num2e/art5.pdf>. Acesso em: 23 mai.2015.
GARGALLO, Jesús Rul (1994). El directivo escolar en españa la formación de directivos.  Aula de Innovación Educativa. [Versión electrónica]. Revista Aula de Innovación Educativa 24. Disponivel em: http://www.grao.com/revistas/aula/024-la-educacion-musical--influencia-del-medio/el-directivo-escolar-en-espana-la-formacion-de-directivos
PONT, Beatriz; NUSCHE, Deborah & MOORMAN, Hunter (2009). Mejorar el liderazgo escolar. v. 1: política y práctica. OCDE. Disponível em: http://www.oecd.org/edu/school/44374937.pdf

Convocatoria para el envío de colaboraciones al monográfico número 69 (septiembre-diciembre de 2015): “Formación de directivos escolares en el contexto iberoamericano ”
Fechas de entrega: junio-julio de 2015

En un mundo cada vez más marcado por una agenda global para la educación, el interés en la gestión escolar ha crecido de manera significativa. Entre los estudios recientes sobre este tema, es oportuno referirse al monográfico de la Revista Iberoamericana de Educación (Nº 67, enero / abril 2015), dedicado a "Los modelos de gestión en los centros educativos de Iberoamérica. Retos y posibilidades", coordinado por Marcia Lopes Rey.

El interés por los directores de las escuelas tiene una importancia estratégica en este debate, en particular, en lo relativo a los retos de su formación. Existe un entendimiento consensuado sobre su importancia respecto a los requisitos y a las modalidades de formación, que varían según las especificidades de cada país y sus realidades. Aunque en general se reconoce la importancia de los directores en la mejora de la educación básica, las formas adoptadas para formarlos son diversas y comprenden diversas perspectivas.

Varios estudios han puesto de relieve la importancia de los directores en la ejecución de las reformas educativas desde finales del siglo pasado (Gargallo, 1994) y a comienzos de este siglo XXI  (Braslavsky , 2006 ; Pont , Nusche y Moorman , 2009). En el intervalo de estas dos últimas décadas se han producido cambios significativos en relación con las expectativas y el papel desempeñado por estos profesionales. Si bien en el pasado la administración de la escuela se limitaba a ejercer a través de actividades rutinas de carácter especialmente técnico-burocráticos; poco a poco este liderazgo está siendo llevado a cabo por los equipos directivos escolares. Volviendo así su atención a la "capacidad de conducción" en la promoción de un "aprendizaje de calidad” (Braslavsky , 2006, p . 91) .

El liderazgo pedagógico de los directores y equipos escolares (Albornoz, 2007) tiende a destacar en este contexto. Esta situación cambia la perspectiva, pasando a depender de la relación entre dos factores: por un lado, la profundización de los estudios sobre la eficacia escolar, que afirman el liderazgo de estos actores en la promoción de una cultura de aprendizaje; por otro, el surgimiento de políticas públicas y estrategias con un fuerte énfasis en la gestión escolar.

Hay que tener en cuenta la agenda internacional educativa, iniciada en la Conferencia “Educación para Todos” de Jomtien, Tailandia (1990), y los compromisos asumidos por los países iberoamericanos en el documento Metas Educativas 2021 - la educación que queremos para la generación de los Bicentenarios, así llamado porque entre los años 2009 y 2021, la gran mayoría de los países iberoamericanos celebran 200 años de independencia. Es en la XVIII Conferencia Iberoamericana en 2008 donde se decidió que los países fortalecerían la posición de la educación en las políticas públicas con el objetivo de mejorar la calidad y equidad de la educación para combatir la pobreza y la desigualdad; con el fin de promover la inclusión social de las poblaciones de sus respectivos países, para lo que se establecieron 28 metas. El documento fue aprobado en la cumbre de jefes de Estado y de Gobierno, celebrada en 2010 en Mar del Plata, Argentina. Durante este período hay que destacar los esfuerzos realizados por los países de Iberoamérica para alcanzar los objetivos fijados, lo que lleva a la aplicación de mecanismos legales destinados, entre otras cosas, a definir los requisitos de calificación, habilidades y características para la ocupación de puestos en la dirección escolar.

Discutir sobre la formación de la dirección escolar implica investigar las relaciones establecidas entre la educación superior y la educación básica en los países; considerando que son las instituciones de educación superior donde los profesionales actúan y es en la educación primaria en las que adquieren su formación inicial. Como muestra la literatura sobre esta área, la naturaleza y calidad de esta formación tienen un fuerte impacto sobre el ejercicio de la profesión. En algunos países, las acciones de formación continua también se llevan a cabo, al menos en parte, a través de esfuerzos conjuntos de los gobiernos con las instituciones de educación superior. En otros contextos, el locus de formación se desplaza hacia el entorno escolar, suponiendo esto una función de intercambio de experiencias y de cooperación horizontal inter-pares. Teniendo en cuenta las múltiples circunstancias de formación que existe en el contexto iberoamericano, este número monográfico tiene como objetivo explorar las siguientes áreas:

  1. Formación inicial de los directores de escuela
  2. Iniciativas de formación continuada en los directivos escolares
  3. Profesión y estudios de los directores escolares
  4. Legislación y normativas relativas a la dirección escolar
  5. Tendencias emergentes del aprendizaje cooperativo entre los gestores escolares

Sofia Lerche Vieira  y Eloísa Maia Vidal
Coordinadoras del monográfico

Las normas para el envío de artículos están disponibles en http://www.rieoei.org/formulario_colaboraciones.php

REFERENCIAS
ALBORNOZ, Carlos Concha. Claves para la formación de directivos de instituciones escolares. REICE - Revista Electrónica Iberoamericana sobre Calidad, Eficacia y Cambio en Educación. 2007, Vol. 5, No. 5e. Disponível em: <http://www.redalyc.org/pdf/551/55121025019.pdf>  
BRASLAVSKY, Cecilia (2006). Diez factores para una educación de calidad para todos en el siglo XXI. REICE - Revista Electrónica Iberoamericana sobre Calidad, Eficacia y Cambio en Educación.  Vol. 4, No. 2e, p. 84-101. Disponível em: <http://www.rinace.net/arts/vol4num2e/art5.pdf>. Acesso em: 23 mai.2015.
GARGALLO, Jesús Rul (1994). El directivo escolar en españa la formación de directivos.  Aula de Innovación Educativa. [Versión electrónica]. Revista Aula de Innovación Educativa 24. Disponivel em: http://www.grao.com/revistas/aula/024-la-educacion-musical--influencia-del-medio/el-directivo-escolar-en-espana-la-formacion-de-directivos
PONT, Beatriz; NUSCHE, Deborah & MOORMAN, Hunter (2009). Mejorar el liderazgo escolar. v. 1: política y práctica. OCDE. Disponível em: http://www.oecd.org/edu/school/44374937.pdf

Destacado

Aberto o período até 31 de Julho para recebimento de artigos do monográfico  n. 69. Formação de Gestores Escolares no contexto ibero-americano
Hasta el 31 de julio de 2015 está abierta la convocatoria para el envío de colaboraciones al n.º 69. Formación de directivos escolares en el contexto iberoamericano

Redes sociales de la OEI
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RIE Versión monográfica
RIE 68 Mayo-Agosto / Maio-Agosto 2015
Códigos de género en la cultura escolar / Códigos de gênero na cultura escolar

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